A festa carnavalesca, criada com o esteriótipo de religosa não condiz com os fatos. Música. Frevo. Maracutu. Marchinhas de carnaval. Multidão. Gente. Muita gente. Fantasias. Muitas fantasias. Na época todos se travestem do que em outro momento não tem coragem. É a festa da irreverência. Drogas.Alucinógenos. E o que mais chama minha atenção. A festa do ninguém é de ninguém. Claro, que para uns. Maioria. Olinda. Melhor carnaval do mundo. Ladeira do beijo. E não importa a qualidade, o que vale mesmo é a quantidade. - Sabe quantas eu já peguei hoje?, disse um amigo quando me encontrou parada, movimentando os dois indicadores, na Prudente de Moares (Olinda). Eu, para não ser indiferente: - Quantas? Ele, enche o peito e responde: - SEIS!!! -Nossa que higiênico! Minha resposta. E ele sai à caça de mais tantas. E assim acontece com a maioria dos foliões. Folionas também não ficam para trás. Faz parte da brincadeira. Deles. E assim o carnaval flui. Show mais tarde na Praça do Marco Zero no bairro do Recife. E todo mundo pula e todos mundo agita. É uma mistura colorida da massa. Linda. Causa inveja em quem não pode comparecer. Festa saudável. Crianças freqüentam. E assim passam quatro dias de folia. Os mais animados do meu ano. Mas, finalmente, o ano começou, para uns. Agora começam as preocupações. Carnaval acabou. Quem brincou, brincou, se não, só ano que vem. Cotidiano. Trabalho. Faculdade. Realidade. Pé no chão. E que venha o carnaval do ano que vem! E espero que o próximo prefeito qu entrar dê, de fato, continuidade a esses marcantes momentos na vida de um folião.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Quarta-feira ingrata...
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