Sabendo que "o termo Reality show é conhecido por mostrar, de forma simulada, uma realidade. Em tais programas não há roteiros a serem seguidos e os participantes têm que resolver problemas ou apenas conviver com outros participantes, como no caso do programa Big Brother e outros. Os chamados reality shows entretêm as pessoas com a reação de seus participantes em apenas viverem um cotidiano ou realizarem alguma prova", o que levaria a Rede Globo a classificar o programa BBB na Central Globo de Jornalismo?
Toda vez que eu assistia o dito cujo, tinha uma enorme raiva pela classificação já citada acima. Mudaram o conceito de jornalismo e eu, estudante do curso, ainda não fui informada. É de uma tremenda cara de pau achar que Pedro Bial exercia o ofício profissional quando anunciava, com belas palavras sutis, a eleminação de um brother. É esse o futuro do jornalismo no Brasil? Será que a Globo nunca vai cansar de manipular até os conceitos já formados?! Me acudam!! Por todo amor que tenho ao meu curso, me acudam! Inadimissível. Há controvésias. Há futuros jornalistas tão alienados quanto a grande massa, que acreditam no BBB como jornalismo. Dizem que se enquadram no entretenimento. Sendo que, pelo menos na minha cabeça, com a exibição desse programa, a Globo distrói e distrai toda a massa com a sua novela da realidade forjada e previamante planejada. E o que nós, futuros jornalistas, vamos fazer? Aceitar. Será que é por o BBB ser classificado como tal, que aumentou o número de estudantes do curso?! Espero que não. Jornalismo para mim é coisa séria. É investigar e desvendar uma história que realmente tenha relevancia para a vida das pessoas, como o caso Isabella, Tarsila, Eduarda, Cartão Corporativo, Tibete e tantos interessantes, porque poderiam ter sido com algum de nós, sempre expostos a violência. Eu espero também, deposi de formada, ser reconhecida como boa profissional pela verdade dita. E, de antemão, digo: "Estou armada e talvez até seja presa por porte ilegal de inteligência. Iria para a cadeia, feliz! Reflitamos.
terça-feira, 15 de abril de 2008
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Um comentário:
A questão vai bem mais além disso. Olhe, por exemplo, nosso ilustre Presidente da República. Não pense que Lula, foi eleito, porque o "povo cansou". Não! Fosse por isso, no governo de FHC, foi onde o povo teve os juros mais baixos pra comprar uma TV 29 polegas, um aparelho de som ótimo, DVD e etc...E, povo gosta é de diversão, pelo menos aqui no nosso "grande" Brasil. Lula foi eleito na hora que a Globo quis. Ele já pregava as mesmas coisas que diz há quase 20 anos e nunca foi eleito. O monopólio "global" é bem maior que isso. E, por incrível que pareça, acho que ainda maior no governo do PT. Tanto que, numa conversa nossa, quando disse que Lula quer ser um ditador (não enxerga quem não quer), falei pra você como futura jornalista talvez se chocar. Por que calar Boris Casoy (demitido da Rede Record de Televisão sem motivos)? Por que calar Arnaldo Jabor (na época, 1 dia após ele criticar duramente o mensalão e o patético: "Eu não sei de nada". Retirou todos os comentários dele da Rádio CBN), Por que retirar Luís Carlos Alborguetti, de todas as TV´s Abertas desse país? (se é o único que tem coragem de falar tudo que rola por dentro dos assuntos mais diversos)?
Rebeca, me responde uma coisa: "ele mexeu com Bonner, Fátima Bernardes, William Wack e outros?" O único jornalista da Globo que tem coragem, se chama Alexandre Garcia, que, inclusive, foi punido pela direção da emissora, por falar dos gastos com os "corporativos".
Me responde outra coisa: "um presidente que defende Hugo Chávez (que mandou fechar a maior TV da Venezuela, por criticar ele), que defende Evo Morales (que vive cagando na Constituição Brasileira), merece alguma confiança?
O que me parece é a tática utilizada pelos antigos romanos. O Brasil me lembra muito Roma. Pannis et Circus. A "Glóbo" faz isso com o povo brasileiro há anos, com novelas, com programas como Big Brother, com sonhos que não vão sair do papel. E, enquanto isso, um certo pessoal, ficando cada vez mais rico as custas dos miseráveis. Já diz o sábio Alborguetti: "O que pinta de novo, pinta na bunda do povo!"
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